"A dádiva da vida está
nas pessoas excepcionais com quem nos relacionamos"
By: Jônatas Ladir
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
A Charlie Chaplin
Por motivos nada racionais Charlie Chaplin resolveu como o
Buda reencarnar, mas na pele de uma menina muleca mulher, como sempre um
brincalhão que iniciou suas estripulias desde o nascimento, sendo filha de brasileiros
parida no United Station, de London aos EUA.
Charlie é um clássico e como tal iniciou sua carreira no
sapateado, como alma feminina também pode se aventurar no ballet e como sua voz
por vezes eram as teclas brancas e negras de um lindo piano, agora esticou seus
dedos para poder falar.
Chaplin é um intelectual que usa de brincadeiras e ironias
para moldar não só as pessoas como seu tempo, mas hoje não podemos dizer que “O
vento levou” e sim que na quinta-feira (01/02/2013) irá levar para bem longe de nossos
corações aquele/aquela que se vez presente em breves momentos eternos.
“E tua ausência fazendo silencio em todo lugar, metade de
mim agora é assim, de um lado a poesia o verbo a saudade, do outro a luta, a
força e a coragem pra chagar ao fim e fim é belo e incerto, depende de como
você vê.” (O Anjo Mais Velho - Teatro Mágico).
Por décadas ainda Charlie
Chaplin fará nossas cabeças como a própria cannabis vez do memorável Bob Marley,
que acima de tudo pregou o amor ao próximo e a transformação do mundo pela voz musicalizada,
assim se completa mais um traço da então versão feminina.
Este novo palhaço agora não mais usa sapatos, mas um belo
All Star, não mais precisa de um bigodinho, pois em sua boca tem belo batom
vermelho, onde tempo trouxe com sigo as cores e o que não muda é que em seus
olhos ainda existem mais palavras que sua boca consiga falar.
A reencarnação se deu pelo reino de Deus, fazendo que uma
personalidade freitas de sorrisos e lagrimas puras e verdadeiras por um amigo
fosse o significado de seu próprio nome, ou seja, uma vitoriosa (Stephanie).
A melhor homenagem é aquela a que honramos as pessoas que
amamos em vida, sentiremos sua falta em solo brasileiro Stephane Freitas, sua alma
Chapliniana Cannabense de vibe positiva será sentida no coração de quem a ama.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Menina mulher
Menina mulher de mil faces,
cada expressão fotografada no meu
piscar.
Seu sorriso de miss a estampar a
beleza de seu rosto,
esconde o mar de dúvidas e indecisões.
Neste mar que a sereia a cantar,
encanta os belos marujos a
velejar.
Menina Mulher de colete vive ao
mundo,
mas como um anjo sem asas se
lança do mais alto penhasco por um amigo.
Os santos se alegram por
carrega-los em seu nome.
Seu respirar é dádiva divina a me
abençoar.
Enfim menina mulher se
transformar em poema,
nada mais justo a um amigo lhe
dedicar.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Existencia da continuidade do amor a sufocar.
A vida era limitada a um mundo de apenas três cores, mas salvo o fui
Sendo inserindo em uma realidade repleta cores
De onde existe um arco-íris lindo que carrega em si o pote de ouro
A cobiça me aprisionou na singularidade da cor negra
Sendo anexada a existência o não ser, o não viver e o não sonhar
De onde existe um arco-íris lindo que carrega em si o pote de ouro
A cobiça me aprisionou na singularidade da cor negra
Sendo anexada a existência o não ser, o não viver e o não sonhar
A saudade é inevitável, indescritível e sem duvida nenhuma dolorida
Meu coração já foi entregue, minha palavras previamente negadas
O ato de respirar deixa de ser uma dádiva e passa a ser uma maldição
A máquina de sonhos que outrora atuava, agora em algoz se transformara
Este foi o "conto de fadas" em meio ao cotidiano
Sendo a verdade exposta por ela mesma
Angustia desmerecida aquele em que a paz mantinha
Lucidevaniamento obtido pelo amor não correspondido
Angustia desmerecida aquele em que a paz mantinha
Lucidevaniamento obtido pelo amor não correspondido
Existência da continuidade do amor a sufocar.
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