sábado, 25 de maio de 2013

#eunoutro

"Intimidade é não temer o que será feito com nossas palavras."

By.: Fabrício Carpinejar

Fragmento do texto 'Não abandonamos o quarto no domingo': http://carpinejar.blogspot.com.br/2013/04/nao-abandonamos-o-quarto-no-domingo.html

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Do vórtice somente eu passar



  Sua personalidade foi potencializada em mim, onde eu estiver a carrego comigo, será uma dádiva ou fado? Juro que não sei!

  Meus olhos verdes já não são mais meus, mas reflexos dos de Chico Buarque, em tudo a vejo. Em gestos simples, repetitivos, sou prisioneiro em continua catarse.

  Da boca o melífluo mel em fel se transformara, a morfemas da infelicidade agora significada, na unidade mínima das formas vis a se desnudar.

  Tínhamos um projeto para eternidade, mas o guri que deixara fui eu e o fundo musical clássico que outrora tocava agora só ecoa em minha saudade.

  Não fui eu a tirar sua inocência, você a transferiu para mim, ficou em ti só a malicia e como uma mestra a soube usar e eu a não acreditar me fiz enganar. Abonei a mentira, agora só me pego á dizer inverdades a meu coração, acho não te esquecia até então.

  Sou algoz de mim mesmo, por vezes acredito que gosto de morrer, de me matar nessa continua agonia que é me atentar. Ainda quando me pego a devanear e em ti pensar, com sentimentos inebriante me vejo em ti, mas elucidando-me percebo que nunca deverias estar comigo.

  Do vórtice a se afunilar só quero eu passar e a ti deixar, para não mais amar.

Só poderia ser chamada Mulher



  A mulher é um ser fascinante, ela hipnotiza quem a observa demais, algumas um simples rabo de olho já nos conquista, elas são caricaturas da perfeição, sua personalidade reverbera a sedução proposital do domínio natural de se encantar.

  Pobre homem, de marinheiro é feito e enganado pelo canto da sereia a dissimular, nos perdemos pelo aspecto da ninfeta indefesa que nós faz dominar, a mulher é musa, é inspiração, é o que dá graça a palavra “amor” e é o que fez nascer o poema.

  Por elas somos filhos, nos tornamos pais, maridos, amantes, namorados, bobos, poetas, loucos, leões, gatos e sapatos. Como seria o mundo sem as mulheres? Mesmo que fossemos como células que se bipartem, nem mesmo a vida sendo gerada de si mesmo não existiria, não teria graça, morreríamos de depressão, solidão daquilo que nunca tínhamos conhecido.

  Quando um desses poemas de salto alto e batom vermelho vem de encontro a nossas vidas, se fazem rainhas dos nossos pensamentos, nos perseguem nos sonhos, agora só estudamos, trabalhamos e vivemos por elas. A mulher é motivo de guerra é a razão paz, ela é mais perigosa que a bomba nuclear, mais devastadora que furação, me tento a dizer que é o galardão entregue com antecedência a quem a sabe valorizar.

  As mulheres são nosso lado bom, é o que nos torna fortes, nos dão razão para lutar, sem elas não existiria a música como a temos hoje, seria apenas o canto fúnebre do que nos falta. São de suas dissimulações, suas contradições, de seu mundo paralelo, do seu fascino, seu olhar, do sorriso sem graça, da gargalhada estéricas, somos réus confessos de nossa admiração.

  São destas mulheres, da que amamenta a que se gera um grande romance que escrevemos, compomos, cantamos, vivemos, respiramos, sonhamos, declamamos poemas e somos gratos por existirem no mundo e principalmente em nós.

terça-feira, 21 de maio de 2013

#eunoutro

"Eu me organizo melhor na generosidade. Eu me penso melhor quando divido. Eu me cuido melhor quando alguém está comigo."

By.: Fabrício Carpinejar

Fragmento do texto 'Sempre tem espaço no amor' : http://carpinejar.blogspot.com.br/2013/05/sempre-tem-espaco-no-amor.html

domingo, 19 de maio de 2013

Aprender com o Luar


  
  A paz é simbolicamente expressa pela cor branca, por uma pomba ou pelo sinal de paz e amor. Em Gênesis 8, Noé após os 40 dias de chuva, solta uma pomba para voar, esta retorna pela primeira vez pois não encontra repouso,  após sete dias novamente, tornou a enviar a ave para fora da arca, está retornou com uma folha de oliveira em seu bico.

  Sou a arca, a pomba é meu coração, após a tempestade que destrói, coloco meu coração novamente a amar, mas não encontrado local seguro retorno a mim mesmo sem exito, espero o tempo certo, tempo perfeito (7), então me coloco a amar e a oliveira encontrar, agora sei que quero voar e não mais retornar.

  A paz é enganosa quando vivida só pra si, mas porque então ela é tão sentida pelos que estão a volta?! Como ela pode enganar a todos?! Meu eu arca quer ser a oliveira de alguém, assim poderei pisar no firmamento e habitar na terra de Lídia.

  A terra prometida, da qual demorou também cerca de 40, mas agora anos e não dias para ser habitada por quem realmente é dela dono, o medo aflige aquele que a espia, mas se agrada profundamente de seus frutos. Como a conquistar? Agora percebo que não será pelas minhas forças, mas somente pela graça do Senhor, será que conseguirei a muralha (segurança, desesperança, medo, traumas, duvidas ...) derrubar? A resposta está em buscar de Deus o confiar, ter fé e o agir.

  A terra prometida por vezes sonhada, namorada por meus olhos e ansiada pelo meu coração, quero a cultivar, cuidar, proteger, suas lagrimas são como bala de prata a matar a quem tanto desejo o bem. Como gostaria de fazer de seu mundo um lugar ainda melhor, em união constituir igreja, ser família, viver realidade. Serei um louco? Um romântico? Talvez para alguns um tolo inocente.

  Lindamente Imagino Diariamente Iminentemente A Necessidade Exclusiva de dizer que em você tudo faz sentido, existe paz, mas também esperança, sinto Deus, dou boas gargalhadas, queria eu poder viver  a te conquistar.

  Noite de luar, em minha musa inspiradora a pensar, das estrelas no céu, queria apenas uma coisa desejar, que a se organizar, ficaria a formar a frase que meu coração anseia te falar: "Quer comigo namorar?"

  A cindyrela a meus pesamentos povoar, do mito a realidade poderia em fim me confirmar se o numero a calçar é realmente o mesmo a te declarar. Seu sorriso é de um vicio que não quero me livrar, seu olhar é de uma ternura que quero contemplar e do medo de nos dois sermos vencedores.

  Descobri que no luar aprendo a te admirar!