Por motivos nada racionais Charlie Chaplin resolveu como o
Buda reencarnar, mas na pele de uma menina muleca mulher, como sempre um
brincalhão que iniciou suas estripulias desde o nascimento, sendo filha de brasileiros
parida no United Station, de London aos EUA.
Charlie é um clássico e como tal iniciou sua carreira no
sapateado, como alma feminina também pode se aventurar no ballet e como sua voz
por vezes eram as teclas brancas e negras de um lindo piano, agora esticou seus
dedos para poder falar.
Chaplin é um intelectual que usa de brincadeiras e ironias
para moldar não só as pessoas como seu tempo, mas hoje não podemos dizer que “O
vento levou” e sim que na quinta-feira (01/02/2013) irá levar para bem longe de nossos
corações aquele/aquela que se vez presente em breves momentos eternos.
“E tua ausência fazendo silencio em todo lugar, metade de
mim agora é assim, de um lado a poesia o verbo a saudade, do outro a luta, a
força e a coragem pra chagar ao fim e fim é belo e incerto, depende de como
você vê.” (O Anjo Mais Velho - Teatro Mágico).
Por décadas ainda Charlie
Chaplin fará nossas cabeças como a própria cannabis vez do memorável Bob Marley,
que acima de tudo pregou o amor ao próximo e a transformação do mundo pela voz musicalizada,
assim se completa mais um traço da então versão feminina.
Este novo palhaço agora não mais usa sapatos, mas um belo
All Star, não mais precisa de um bigodinho, pois em sua boca tem belo batom
vermelho, onde tempo trouxe com sigo as cores e o que não muda é que em seus
olhos ainda existem mais palavras que sua boca consiga falar.
A reencarnação se deu pelo reino de Deus, fazendo que uma
personalidade freitas de sorrisos e lagrimas puras e verdadeiras por um amigo
fosse o significado de seu próprio nome, ou seja, uma vitoriosa (Stephanie).
A melhor homenagem é aquela a que honramos as pessoas que
amamos em vida, sentiremos sua falta em solo brasileiro Stephane Freitas, sua alma
Chapliniana Cannabense de vibe positiva será sentida no coração de quem a ama.

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