quarta-feira, 17 de abril de 2013

Anoitecer do Sol



Hoje novamente o Sol se abaixou e eu com ele,
juntos nos escondemos debaixo da terra
e aguardo ansiosamente nosso retorno.
Seu ressurgir faz de mim uma fênix,
o escuro parece nunca ter existido.

A segurança do dia não encontro no peso da noite,
o escuro revela a criança assustada que sou (Sol).
Sinto que devo retornar para minha casa,
não me identifico com esse lugar,
quero minhas coordenas de volta.

Em quanto escorrem lágrimas de meus olhos vitrificados com a palavra "ingrata",
cada soluço são facadas doloridas que me fazem berrar em meio aquele silencio.
Novamente eu o acordara,
logo ele que por mim tudo faz,
tudo suporta, tudo espera, tudo...

Ao subir da lua platinada com seu exercito estelar me aprisionam no alto da torre.
A janela  desesperasse para que me atire sobre ela,
mas não existe altura suficiente para minha dor.
Mas é por esse buraco,
onde o sol nasce quadrado que jogo nessa densa negritude,
tudo o que ele Phizera.

Gigantesca estranha que sou!
Me restara chorar e clamar a Deus,
sendo na angustia e melancolia da noite que sinto ainda mais a sua presença.
E quando em minhas costas sinto esquentar,
sei que sua calma a repousar me fara descansar.

Das cinzas novamente apareci,
agora com esperança que o sol a brilhar não mais se rebaixara.
Sei que o dia certo chegara,
onde o sol a brilhar sera o do seu olhar que Phinalmente secara meu chorar.


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