Na alegoria da poíeses,
se projeta em público a criatividade do amor, a origem da poesia do romântico e
o movimento deliricamente no evocar dos sentimentos mais puros e profundos.
Envasado o amor pela
sociedade a suprimir por convenções comerciais aquilo que não se vale por cifrões,
mas que cala números no abrir a boca para beijar e declarar aquilo que o
coração inevitavelmente vive.
Inefavelmente o puro se
funde a democracia nada democrata do capital do amor, transfigurando no credito
o parcelamento do endividar-se supérfluo a demonstrar de um sentimento barato
quantificado no pagar daquilo que não tem preço.
Em formas vis o amor se
várzea a cultivar os mais belos frutos, sendo estes vencedores no fim, para até
que enfim o encontro de dois seres hiatos seja pleno e vista por quem de fora
olhar, que percebera na anatomia do se apaixonar o então namorar.
Musica: Dar-te-ei
Cantor e Composito: Marcelo Jeneci e Amigos
Álbum: Feito pra Acabar

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